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Produtora faz documentário sobre como o surf pode salvar vidas na favela

Por Mateus Marinho Curta está concorrendo ao prêmio de melhor filme no concurso My Rode Reel 2020.


Quantos casos de crianças que entram cedo para o tráfico de drogas você vê todos os dias? Pois essa é a realidade de milhares de crianças e adolescentes moradores de comunidades no Brasil. Muitos jovens que não têm oportunidades de crescer, aprender coisas novas e levar uma vida digna. Essa poderia ter sido a história de Anderson Pikachu, 20, nascido e criado no Morro do Cantagalo, em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro.

Curta dirigido pelo Eduardo Barbetta

Pikachu perdeu o pai pro tráfico de drogas quando tinha apenas 6 anos. Crescer em uma família que passa por uma situação dessas pode ser o início do fim pra qualquer criança. Mas para esse carioca a vida foi diferente. Isso porque, aos 4 anos ele conheceu a praia. Se apaixonou pelo mar, pelas ondas, pela prancha. Conheceu o surf e sua vida mudou.


Pikachu estrela o documentário “The saving tide” (A maré salvadora, em português), que mostra como o esporte é capaz de mudar a dura realidade das crianças que vivem em situação de vulnerabilidade social nas favelas brasileiras. O curta é produzido pela produtora 100limitesfilmes, e foi gravado na comunidade em que Anderson cresceu. O curta-metragem está concorrendo ao prêmio de melhor documentário e melhor filme, no concurso My Rode Reel 2020. O concurso premia o melhor curta do mundo em 2020. O prêmio é 1 milhão de dólares pra produção vencedora. Para votar é simples: basta ir até a página e votar no vídeo “The saving tide” ou ir na publicação do Instagram da 100limitesfilmes que lá tem o passo a passo para votar.


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